Numa noite, onde a lua cintilante iluminava o céu e as estrelas brilhavam como nunca antes se tinha visto, um menino sentou-se na janela do seu quarto a olhar para o rio que reflectia o magnífico céu iluminado pela lua.
Era lua cheia e ao longe ouvia-se o som inigualável de um lobo solitário - Que bela noite pensou ele, quem me dera poder sair para ir até ao rio!
E assim o fez: saltou da janela e Caminhou, Caminhou, Caminhou, até que ao rio chegou.
A água reluzia, era um espelho do céu. Chegou-se à berma e viu a cara dele, reflectida na água até que, num certo momento, sentiu um barulho como se fosse alguém a respirar debaixo de água.
Um magnífico e grande golfinho. – Que vontade tenho de lhe tocar – pensou. E assim fez…
A sua pele era perfeitamente suave, a sensação daquele toque transmitira uma paz incrível que só eles puderam sentir.
Eram horas de voltar para casa. – Eu tenho de ir, disse ele, mas eu volto. Enquanto voltava para casa, o João relembrava aquela sensação uma e outra vez. Mas o que é que um golfinho faz no rio? Ter-se-á perdido? Será mesmo um golfinho? Se não era, então o que poderá ser?
O João cansado daquela experiência mas muito contente também, mal entrou no quarto, adormeceu...estava exausto...
Na manhã seguinte quando acordou a primeira coisa que ele fez, foi voltar ao rio, confiante que voltaria a ver o mesmo k tinha visto na noite passada...
Infelizmente para ele o que ele pensava ser um golfinho, não apareceu...
Teria sonhado? Perguntou-se a si mesmo, mas foi tudo tão real, tão real como eu estar aqui agora.
Voltou para casa triste e desolado. Foi então que, no caminho de volta, surgiu uma rapariga que nunca tinha sido vista naquela aldeia. Atravessando-se no caminho dele, os 2 se cruzaram e bateram um contra o outro. Naquele instante, uma faísca se acendeu! O João, ao tocar naquela rapariga lindíssima, voltou a sentir a mesma sensação que houvera sentido na noite anterior. Eu devo estar maluco, pensou. E enquanto se afastava, observou aquela estranha a ir-se embora.
Naquela noite não voltou a procurar o golfinho, só pensava na rapariga que conhecera nesse dia e na incrível coincidência da existência destes 2 seres, serão a mesma pessoa?
O João estava a viver dias intensivos! Uma semana passada e ele sem voltar ao rio...
Foi então que ganhou coragem e fez o mesmo percurso que tinha feito a uma semana atrás.
Nessa noite alguma coisa iria mudar na vida do João! O seu coração batia forte, o seu pensamento estava naquela rapariga que nem o seu nome sabia. O seu corpo estava ali, junto ao rio, a espera que algo acontecesse...Mas nada! Nada se passava até que ao vir embora, surgiu uma voz meiga e assustada.
João és tu?
Quem está aí? Quem és tu? Como sabes o meu nome?
E do meio da água algo surgira...
O que era?
Aquela linda rapariga! O João só pensava no que haveria de fazer. Nervoso e com medo chegou-se à beira da água
Foi então que lhe voltou a tocar mal ele sabia que já era a 3ª vez que isso acontecia.
De onde vens? Perguntou ele.
Venho de um local muito distante. Precisamos da tua ajuda João, só tu podes ajudar o meu país. Por favor preciso que vás até lá comigo! Mas eu não sei nadar! E como é k sabes o meu nome? É como te disse João, eu estava à tua espera! Mas o k é k eu vou fazer? Eu sou um rapaz normal, porquê eu?
Isso, eu não sei, eu fui escolhida para te trazer de volta ao meu país, sem ti todos nós morreremos.
Espera aí! Tu disseste "de volta"? Mas a rapariga não o deixou continuar, agarrou no braço e levou-o para dentro da água
O João, imediatamente, ganhou guelras e foi obrigado a seguir aquela estranha para um local desconhecido.
Só espero k isto seja um sonho, pensou.
Infelizmente ou felizmente não era um sonho. Passado uns minutos dentro de agua nadando a uma grande velocidade, chegaram ao seu destino.
João nunca tinha visto tal coisa.
Mas que lindo! Exclamou ele.
Isto é onde eu vivo João e tu fazes parte deste sítio, esta é a tua casa.
Plantas de todas as cores decoravam os jardins enormes por onde nadavam pessoas estranhas que João nunca tinha visto, tal como aquela rapariga.
Mas o que posso eu fazer aqui? Como posso eu ajudar? O k se passa com o teu país?
A rapariga respondeu: tu és o escolhido João. És o filho do nosso rei.
Infelizmente, o teu pai está muito doente, terás de ser tu a tomar conta de nós e a defender-nos se o pior acontecer. És o sucessor do teu pai. Tens poderes mágicos, poderes de um verdadeiro Deus e, com eles, podes manter este sítio magnífico em paz, como sempre esteve.
João agora já não queria que aquilo fosse um sonho pois sentia-se em plena harmonia com a Natureza e, além disso, ao estar perto daquela rapariga, sentia-se como nunca antes se sentira.
Ao ver seu pai num mau estado, lembrou-se de que os seus pais da terra deveriam estar muito preocupados com ele.
Decidiu que ia voltar a casa mas deixou a promessa de k voltaria ali assim que pudesse...
Assim o fez, regressou a casa…
Tudo era confuso na cabeça do João mas de uma coisa ele tinha a certeza, aquela rapariga que ele nem o nome sabia era para ele uma Deusa e sentia k algo entre eles iria acontecer…
Cegando a casa reparou que esta se encontrava vazia: nem mãe, nem pai, os móveis já não existiam. Era como se fosse uma casa abandonada.
Havia um livro no chão com pó como se estivesse ali à anos. Foi então que o João o abriu…
O k estava lá? Nada, apenas folhas em branco.
De repente, uma luz do livro saiu e a imagem dos pais da terra, se formou numa das paredes.
Era um livro mágico k explicaria a existência do João. Desse livro saíram 2 vozes: a do seu pai e da sua mãe…
João meu filho, cumprimos o nosso dever neste mundo…
Criando-te com todo o nosso amor e carinho…
Tu vieste das margens do rio, um dia um golfinho apareceu e pediu para que tomássemos conta de ti, para que ficasses protegido do grande vilão de Aquarília. Ele tentou roubar-te quando tinhas nascido. Tu és o filho perdido do rei de Aquarília, és um akuariliano e só tu podes tomar conta daquele país. Foi então que esse golfinho nos disse que teríamos de tomar conta de ti até ao dia da morte de teu pai Zeus.
Assim o fizemos: criamos-te e agora estas crescido e forte, pronto para enfrentares a tua nova vida junto dos teus.Deixamos-te uma última recordação nossa. Adeus filho!
João começou a chorar mas, no instante em que a imagem dos pais desapareceu, o livro transformou-se numa pedra. Esta pedra, apesar do João não saber, dar-lhe-ia os seus poderes mágicos que até então estavam escondidos
João desolado correu para o rio sem saber o que fazer.
Mergulhou…
Logo se transformou de novo numa espécie de peixe.
Seguiu nadando para aquele sítio magnífico…
À chegada avistou a rapariga que o trouxera ali da 1ª vez, foi ter com ela.
Já sabes quem és João? Perguntou ela, exibindo um sorriso sensual e envergonhado.
Sim, respondeu.
Mas diz-me: como te chamas tu?
Maria, respondeu ela.
Onde está o meu pai? O que tem ele?
Teu pai está mal João, teve uma grande luta contra os malianos.
Esses animais…exclamou ela com cara de um grande ódio. Querem tomar posse do nosso país João, eles estão muito fortes…
E a pedra do teu pai está já muito fraca…Penso que também tens uma certo?
Sim, tenho uma pedra…mas para que me serve?
Essa pedra dá-te poderes que permitem proteger-nos dos malianos.
Foi nesse momento que se ouviu um enorme estrondo.
Oh não! Outro ataque! O nosso país está já mais de metade destruído. Tens k fazer alguma coisa João, disse ela chorando.
Foi então que o João pediu que lhe mostrasse o caminho para poder ver seu pai.
Assim foi…
João entrou no quarto do rei e logo sentiu uma força a crescer dentro dele.
Barbatanas lhe cresciam…a sua voz engrossou…seus músculos desenvolveram tanto que a sua roupa se rasgou.
João tinha acabado de se transformar num aquariliano de verdade: forte, elegante…como o pai já o tinha sido.
A proximidade das duas pedras mágicas fez com que se libertasse um poder escondido que nunca se tinha visto por isso, João se transformou.
Zeus, pai de João, disse:
Meu filho…agora cabe-te a ti proteger este povo, lutarás com toda a tua força e nunca deixes de acreditar em ti e seguir o teu coração.
Ao acabar estas palavras, vindos do nada apareceram uns peixes com asas k levaram Zeus para a sua última casa…Zeus tinha morrido….
João chorou de novo…
Maria apareceu, abraçando João, disse-lhe k estaria ao seu lado até ao fim…
João olhando para ela disse:
Maria, és tu a minha eleita, farei de ti a minha rainha, preciso da tua força para vencer e proteger o nosso povo.
Ao ouvir estas palavras Maria sorriu envergonhada e perguntou: - Serei eu a escolhida tal como fui para te encontrar?
Sim, respondeu João com muita convicção…
Ao ouvir isto, Maria se aproximou: os 2 se beijaram.
Este beijo era de tal forma apaixonado que a sua força fez criar um campo invisível que envolveu o país todo, desta forma os malianos nunca poderiam atacar Aquarília…
Enquanto este amor existisse, o povo aquaríliano estaria a salvo, livre de quaisquer ataques…
João utilizou a sua pedra mágica para reconstruir o país: flores coloridas decoravam os jardins sem fim por onde crianças e adultos nadavam, cantando com alegria…
Quanto a Maria e João viveram eternamente lado a lado e por cada vez que os seus lábios se tocassem o campo de forças ficava mais forte. E Aquarília viveu feliz eternamente.
Assim, da longa imaginação e do gosto por histórias de duas pessoas,
nasceu este conto
Sigam a vossa imaginação e verão que tudo se pode tornar mais fácil.
Ass:
anda tudo nao sei aonda lol
eu tive ai este fim de semana cheguei agora a pouco a coimbra...
Mas Agora tb tenho andado a estudar bastante por causa dos testes e tal...
e a n ser o trabalhu ta tudo bem ctg?
Beijokaxx